

O cagão não deixou identidade.
Olá leitores do Viralizou! Bem… Vou contar essa história que até hoje passo vergonha quando a minha família, especialmente quando minha mão conta ela para as pessoas.
Na época eu devia ter 19 anos e a minha família foi convidada pra passar um fim de semana em uma fazenda de um amigo de meu pai. Eu já tinha um apelido carinhoso que meu irmão deu e que era “Destruidor de sanitários”. Isso aconteceu após um dia eu ter liberado um baita de um “chicote” e ter saído às pressas e não ter dado a descarga. O meu irmão presenciou esta cena digna de CSI no qual merecia uma investigação para descobrir tamanha habilidade ou aberração. O treco era contínuo, diâmetro considerável, textura e cheiro originais, fazia até voltinha. Foi difícil faze-lo descer tinha vontade própria, conseguiu ainda a resistir a um balde com água. Digo isso porque fui eu que tive que dar fim ao ser inanimado. O meu irmão me abordou na saída de casa dizendo: Puta que pariu, sacanagem, você não tem amor ao próximo? Como consegue guardar isso com você? Dói? (belo irmão eu tenho). Ainda bem que não tinha ninguém na rua. Pra minha sorte, o flagrei em um dia cometendo um atentado a civilização e coloquei com louvor o título de “ceifador de vidas” aquele troço matava a distância.
Voltando a fazenda… Chegamos logo cedo para dar tempo de tomar o café-da-manhã. E ainda bem que meu irmão não estava presente, não lembro por que. Era um encontro de várias famílias e muitos se viam pela 01 vez e eu também era novato por lá. Aos poucos durante o café fomos nos conhecendo, pais, mães, filhos… Uma mesa de café completamente recheada de aperitivos pra lá de deliciosos. Tinha pudim, bolo, cuscuz, torta, rapadura, mel não tinha do que reclamar. Creio que comi quase tudo que tinha por lá, um pouco de cada lógico, mas enquanto respirava… Comia! Após o estupendo café o dono nos convidou para conhecer o resto da fazenda e foi ai que meu dilema começou. Inicialmente senti apenas algumas contrações, deve de ter sido meu intestino grosso arrumando espaço para o que via pela frente. Já bastante habilidoso devido a outras situações consegui segurar e acabou passando a vontade. Consegui chegar ao almoço. Uma feijoada muito bem preparada, macaxeira, (aipim, mandioca), arroz, carne, muita carne. Mais uma vez não tinha do que reclamar, e pra começar a diversão da galera, cerveja free a vontade de grátis no 0800, pinga e para os mais requintados uiiisque. Água? Acho que só para os animais! Como era de se esperar eu participei do almoço e comi como nunca e usava a desculpa de estar em fase de crescimento para justificar a minha atuação diante da mesa. Afinal eu tenho 1,91m e preciso sempre estar bem alimentado! Passado certo tempo do almoço o pessoal cada qual no seu lugar já estavam na bebedeira e tira gosto e eu tinha feito amizade com 02 rapazes e 01 moça por lá e ficamos juntos durante esse tempo. Até quando… Chegou a minha hora. Ela veio após eu provar uma geleia de coco e era o ingrediente que faltava. Comecei a suar frio, meus passos começaram a ficar lentos e também tentava não rir muito. Ficava lutando internamente e ao mesmo tempo tentando conseguir uma desculpa para deixar o pessoal. Inventei de ir falar com a minha mãe e consegui o alvará de soltura do grupo. Agora era preciso encontrar o local adequado para a minha liberdade intestinal. Ao fazer uma pequena ronda pela casa avistei uma casinha aos fundos cerca de 20 metros da varanda e cruzei até os cabelos do cú na esperança de ser um banheiro. Fui abençoado em realmente ser um banheiro e os detalhes só percebi após. Acho que meu fiofó tem um sensor porque foi só eu tirar a calça na metade da bunda que já veio aquele jato de areia. A sensação foi a melhor de muitos gozos de prazer que
já tive até hoje. Ofegante, exausto, e com dificuldades de respirar devido ao cheiro, ainda tive que ficar segurando a porta cheia de falhas (frestas) porque bem no meio da cagada chegou um rapaz querendo urinar e no que ele veio querendo entrar percebeu que tinha gente e apenas disse: OPAAA! Respondi: ÔOPP… Ele sentiu o cheiro e disse: Tá cagando é!? Tô… Porra… vou mijar aqui mesmo do lado. Custava a acreditar no que estava acontecendo e comecei a notar os detalhes. Tinha uma pia só que sem torneira e a descarga não estava funcionando bem. Nem sei como tinha papel lá. Durante a cagada fiquei com parte da bunda melada devido aos splashs ná água e tive que fazer uma profunda limpeza além de garantir que todo o material radioativo fosse eliminado. Ficou bem difícil já que a descarga não estava legal. Durante o processo tive ainda que impedir mais duas pessoas de entrarem lá. Já tinha passado mais de 40 min que estava por lá e minha adorável mãe como todas as outras notou o meu sumiço. A maior vergonha da minha vida se deu quando a minha mãe após um comentário bem sincero de um sujeito chegou onde estava. Ahhhhhhhhhhhh foi horrível ela me tratou como um bebê. Chegou dizendo: Meu filho você esta bem? Tô mãe… Tá passando mau? Não mãe… Tem papel ai? Quer que eu traga? Quando finalmente sai tive que escutar a minha mãe dizendo que já estava preocupada e por pouco não passou adiante a minha sumida. De volta a casa tive que ouvir da esposa do dono que tinha um banheiro especialmente pra isso. Bem estruturado e até com chuveiro elétrico. O banheiro em que fui era especialmente para os mijões que estavam bebendo cerveja. Minha mãe ainda trouxe chá de boldo pra aliviar a minha barriga (isso é amor demais, Te amo mãe). Depois disso tudo não consegui mais ser eu mesmo. Todos me olhavam com aquele olhar dizendo: Olha que cagão! E tinha mais um dia por lá ainda. A noite, tive que contar um pouco do que aconteceu para alguns curiosos que perguntavam se era eu mesmo o “maníaco da casinha” kkkkkk essa parte eu inventei (risos).
No outro dia tentei agir normal, maneirei no café e almoço e na volta pra casa não tinha outro assunto a ser discutido com meus pais a não ser a maior cagada da minha vida até então.
Bem! Foi isso que aconteceu e espero que tenham gostado e dado muitas gargalhadas!

Tem uma cagada muito grande e quer nos contar? Envie para blogviralizou@gmail.com

Fica esperto!

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